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Edição 98 - Envelhecimento
Activo
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Nos nossos dias, é inaceitável a
ideia de um "envelhecimento para as
estatísticas". Em sua substituição,
desenvolve-se o princípio de um
"envelhecimento activo", que inclui a
possibilidade de laboração para além da
idade convencional - mas, sempre, com boa
qualidade de vida.
Todavia, esta mudança de filosofia causa
novos e complexos problemas.
A solução/minimização de tais problemas
convoca, desde logo, as empresas para a
assunção de uma maior responsabilidade
social. Mas toda a sociedade tem de ser
envolvida, nomeadamente através da
chamada "solidariedade entre gerações".
E, claro, o Estado, obrigado a enveredar
por novas políticas públicas para
responder à transformação demográfica que
se acentua.
Neste "Ano Europeu do Envelhecimento
Activo e da Solidariedade entre
Gerações", que ora se inicia, os Cadernos
de Economia dedicam a edição de Março ao
assunto.
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Edição 97 - Enfrentar a
deriva
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Nestes dias plúmbeos, quando um
certo desânimo paralisante ameaça
alastrar, é preciso, e possível, reagir –
em relação às coisas negativas do País e,
também, à deriva da Europa, sobretudo do
tal "duovirato" (para utilizar a
expressão recente de Helmut Kohl...).
Vive–se uma fase em que é legítimo
questionar antigas e "definitivas"
certezas, em que a base da ciência
económica é posta em causa por
personagens credíveis e outras nem
tanto... É um tempo de "desorientação",
que parece atingir áreas até há pouco
impensáveis.
Duas dezenas de autores – nomeadamente
académicos, gestores, dirigentes
empresariais e sindicais – fornecem neste
número dos Cadernos de Economia
importantes contributos para o
entendimento da situação que Portugal, a
Europa e o Brasil vivem. Queremos ainda
destacar as análises referentes a vários
sectores da actividade: agricultura,
minério, eléctrico, automóvel, turismo,
seguros, (...).
São análises rigorosas, que decerto
ajudarão não apenas a compreender, mas
também a enfrentar estes dias de
desencanto, que é preciso transformar num
tempo de esperança através da acção.
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O Economista-Anuário da
Economia Portuguesa 2011
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O
Anuário da Economia Portuguesa de 2011 é,
como não podia deixar de ser, muito
influenciado pelo agravamento da crise
económica/financeira (e, sobretudo,
política) que afecta particularmente a
União Monetária Europeia, contagiando os
restantes países da UE e causando
apreensão em outras zonas do Globo - da
América do Norte à Ásia, designadamente à
China, passando pela América Latina e
Rússia.
O futuro do euro constitui, nestes dias,
a grande preocupação das autoridades
europeias - e não apenas. Damos ao
assunto um particular realce - a começar
pela capa, com a ilustração das teses que
vêm sendo alimentadas sobre a
"redesenhação" do euro (ver, entre
outros, um interessante trabalho de José
Félix Ribeiro nas páginas 28 a 32).
Mas embora o contexto internacional
"condicione" a edição, não deixamos de
dedicar a maior atenção às questões
especificamente nacionais - a fiscalidade
e a justiça, a economia clandestina e a
educação, a concertação social e o
emprego, o financiamento da economia e a
competitividade. E dedicamos o espaço
necessário à análise de sectores
fundamentais, como a agricultura e as
pescas, a banca e os seguros, as
telecomunicações e o turismo.
Enfim, o volume de 2011 do Anuário da
Economia Portuguesa está na linha das
anteriores 23 edições: com rigor e
pluralidade.
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Edição 96 – Pensar o
futuro
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A
situação de emergência que Portugal vive
não pode fazer esquecer a necessidade de
pensar o futuro do País.
Por isso, a edição de Setembro dos
Cadernos de Economia é subordinada ao
tema "Portugal 2020" – o mesmo do
Congresso Nacional dos Economistas, a
realizar em Outubro.
Reputadas personalidades/especialistas –
nomeadamente académicos e outros
investigadores – antevêem a evolução
socioecononómica portuguesa ao longo da
próxima década.
Enfim, se é urgente enfrentar os graves
problemas financeiros/económicos/sociais
destes dias, não deixa de ser
indispensável fazer uma prospectiva séria
da Nação – pelo menos, a 10 anos.
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Edição 95 – Economia do
mar
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O
mar pode contribuir, de forma
significativa, para minimizar os
desequilíbrios estruturais da economia
portuguesa.
Com efeito, o peso da economia do mar em
relação ao PIB, já hoje elevado, poderá
subir exponencialmente.
Importa, pois, fazer despertar a
sociedade toda para as potencialidades
dos nossos recursos marítimos.
Ciente dos caminhos que é preciso abrir
no sentido de ancorar as reconhecidas
debilidades do País, os Cadernos de
Economia dedicam a edição de Junho à
economia do mar.
Participam personalidades e
especialistas. Desde logo, o Presidente
da República, Prof. Aníbal Cavaco Silva.
Mas também académicos, investigadores,
gestores e dirigentes associativos.
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