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Edição 89 -
Balanço e perspectivas
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A
situação económica
portuguesa neste final de 2009
e os desafios que se colocam ao País
são objecto de análise na
edição que assinala o
22.º aniversário dos Cadernos
de Economia por parte de um conjunto dos
melhores especialistas nacionais.
Com efeito, escrevem neste número:
os académicos João Ferreira
do Amaral, Mário Murteira, Adriano
Pimpão, Fernanda Ilhéu,
Glória Rebelo, António
Cipriano Pinheiro, José Pimentel de
Castro Coelho e Paulo Reis Mourão;
os decisores políticos Manuela
Ferreira Leite e José António
Vieira da Silva; os representantes de
organizações empresariais e
sindicais José António
Barros, Jorge Rocha de Matos, José
António Silva, Hélder Pedro e
Eugénio Rosa; os gestores
José Gonzaga Rosa, Francisco Jaime
Quesado, Rui Leão Martinho,
Luís Mira Amaral, Fernando Nogueira,
João Martins Vieira e Esmeralda
Dourado; o advogado Victor Marques; o
jornalista Nicolau Santos.
Ao longo de mais de uma centena de
páginas, é feita uma
análise rigorosa, não apenas
em termos macro como de vários
sectores de actividade. Sempre numa
perspectiva plural.><
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Edição 88 - A
reforma da segurança social
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A
edição 88 dos Cadernos de
Economia é dedicada a
questões relacionadas com o Estado
Social.
Como se sabe, a reforma da segurança
social de 2007 é geralmente
considerada a medida mais eficaz
concretizada em Portugal nos últimos
tempos, tanto mais que ela assentou no
acordo com os parceiros sociais.
Todavia, o aumento da esperança de
vida e a baixa natalidade, criam graves
problemas para as finanças
públicas.
Daí os receios quanto à
manutenção do
“equilíbrio” conseguido
– apesar de tudo ainda
instável – admitindo-se que
só “reformas
permanentes” adequadas quer ao
comportamento da economia, quer à
evolução demográfica,
possam garantir a sustentabilidade do
sistema.
Nesta número dos Cadernos de
Economia personalidades/especialistas,
nomeadamente académicos,
governantes, representantes de
associações empresariais e
sindicais, bem como gestores, analisam a
principal reforma do Estado, apontando
alguns caminhos a seguir.><
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O Economista-Anuário
da Economia Portuguesa 2009
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Editado em momento de
acentuado debate
político/económico, fruto da
alteração parlamentar
resultante das últimas
eleições legislativas, o
volume de 2009 de O
Economista-Anuário da Economia
Portuguesa continua a ser um espaço
plural de análise dos problemas
nacionais.
As dificuldades de adaptação
da economia portuguesa são tratadas
por vários analistas, nomeadamente
Francisco Melro e Manuel Jacinto Nunes.
Carlos Tavares e Paulo Macedo abordam
questões do sector financeiro,
cabendo a Teodora Cardoso escrever sobre o
endividamento e a Emanuel Augusto Santos
fazer um balanço da
"consolidação
orçamental" durante a última
legislatura.
A política fiscal é analisada
por dois reputados especialistas, Carlos
Melo Loureiro e M. H. Freitas Pereira, ao
mesmo tempo que Guilherme d' Oliveira
Martins escreve sobre as contas do Tribunal
de Contas.
Os problemas do sector da saúde
estão a cargo de Teresa Caeiro e
João Semedo, enquanto que as
questões da educação
são tratadas por António
Barreto e Maria Emília Brederode
Santos, analisando Rui Fiolhais a
qualificação dos
portugueses.
As políticas de emprego são
dissecadas por um conjunto
heterogéneo de especialistas:
Glória Rebelo, Mário Caldeira
Dias, Manuel Carvalho da Silva, João
Proença, Paula Bernardo e Francisco
Van Zeller.
José António Vieira da Silva
e Isabel Jonet escrevem acerca das
políticas sociais, sendo "a crise e
a acção estrutural" tema do
artigo de Nelson de Souza.
A inovação empresarial
é especialmente tratada por
António Dias de Figueiredo,
Francisco Jaime Quesado e Maria Teresa
Cochito, ao passo que Basílio Horta
escreve sobre o Investimento Directo
Estrangeiro, garantindo que "Portugal
continua atractivo".
Por outro lado, especialistas como Nuno
Ribeiro da Silva, Manuel Ferreira de
Oliveira e Manuel Ramalhete analisam o
sector da energia, ao mesmo tempo que
José Ferrari Careto trata das
comunicações
electrónicas, Estanislau Mata Costa
do futuro dos serviços postais e
Luís Filipe Costa do apoio às
PME.
João César das Neves, Jorge
Rocha de Matos e Nuno Duarte
debruçam-se sobre os novos conceitos
de gestão em consequência da
crise, abordando Luís Cervantes o
caso específico da gestão das
seguradoras, ficando para Luísa
Pestana a responsabilidade social das
empresas a partir de um caso concreto.
As Políticas Comuns das Pescas e
Agrícola são analisadas,
respectivamente, por Marcelo de Sousa
Vasconcelos e Francisco Avillez.
Outros dois sectores relevantes, turismo e
automóvel, são tratados por
especialistas: Licínio Cunha, Carlos
Coutinho e Miguel Carvalho e Branco.
Os aspectos relativos à
reforma/inovação da
administração pública
são dissecados por Maria Manuel
Leitão Marques e Isabel
Corte-Real.
A análise da economia internacional
e a internacionalização da
economia portuguesa é da
responsabilidade de três reputados
economistas: José Félix
Ribeiro, Fernanda Ilhéu e
Mário de Jesus.
A fechar a edição de 2009 do
Anuário da Economia Portuguesa, Rui
Leão Martinho manifesta reservas
quanto à saída da
crise.><
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