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Edição 91 --
Mudar através da
inovação
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O
tema central da edição
n.º 91 prende-se com as
transformações que urge
desenvolver visando tornar a economia
portuguesa competitiva e, ao mesmo tempo,
solucionar os problemas –
financeiros, económicos e sociais
– que o País enfrenta.
Sabe-se que só através da
inovação Portugal pode ser
competitivo. Compreendem-se, assim, as
nossas opções em
relação aos autores que
convidámos para aqui reflectirem
sobre o presente e o futuro de Portugal.
Demos primazia aos académicos, aos
investigadores, mas, também, a
gestores.E a dois economistas actualmente
em importantes cargos políticos:
Pedros Passos Coelho, líder da
oposição; José Vieira
da Silva, ministro da Economia, da
Inovação e do
Desenvolvimento.
No seu texto, Pedro Passos Coelho
sustenta: "Tem-se dito que a festa acabou
e é bem verdade. De agora em
diante, haverá uma permanente
pressão externa para o
desenvolvimento de políticas
restritivas ou mesmo de austeridade, e o
acesso ao financiamento será
sempre mais difícil e bastante
mais caro". Em seu entender, "importa
produzir uma efectiva reforma da
administração
pública que suporte a passagem do
chamado Estado-Providência ao
Estado-Regulador ou Estado-Garantia e de
empreender uma ambiciosa política
de privatizações e/ou de
concessão e
contratualização de
gestão com privados".
Por sua vez, José Vieira da Silva,
explica que o objectivo de reduzir
substancialmente o défice externo
no prazo de uma década é um
desafio de enorme exigência, tanto
mais que "ao longo do último
século, em todas as fases e ciclos
económicos, mesmo em
períodos de maior expansão,
o défice das nossas trocas com o
exterior constituiu um entrave a um
crescimento mais forte e
sustentado".><
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Edição 90 --
Cooperação escola-empresas
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A
investigação –
"laboratorial" e aplicada –
é, como se sabe, fundamental no
processo de renovação do
tecido empresarial português.
Daí a importância das
parcerias entre as
instituições do ensino
superior e as empresas.
No número 90 dos Cadernos de
Economia o assunto é analisado por
reconhecidos especialistas, nomeadamente
académicos (incluindo reitores e
presidentes de grandes escolas), gestores
e dirigentes das principais
associações empresariais do
País.
Aqui reflectem e apontam caminhos:
Fernando Seabra Santos, reitor da
Universidade de Coimbra e até
há pouco tempo presidente do
Conselho de Reitores das Universidades
Portuguesas; João Guerreiro,
Reitor da Universidade do Algarve;
João Queiroz, Reitor da
Universidade da Beira Interior;
António Gomes Mota, presidente da
ISCTE Business School; João Duque,
presidente do ISEG; Maria Helena
Guimarães, presidente da Escola de
Economia e Gestão da Universidade
do Minho; Pedro Pita Barros,
catedrático da Universidade Nova
de Lisboa; José Reis,
catedrático da Faculdade de
Economia da Universidade de Coimbra;
Catarina Roseira, investigadora da
Faculdade de Economia da Universidade do
Porto; Glória Rebelo,
investigadora e doutora pelo ISEG; Daniel
Bessa, director-geral da Cotec Portugal;
António Saraiva, presidente da
CIP; Jorge Rocha de Matos, presidente da
Associação Industrial
Portuguesa; José António
Barros, presidente da
Associação Empresarial de
Portugal.
Destaque ainda para as análises
dos directores de grandes empresas Rui
Silva, Madalena Torres, Ana Isabel Dias,
Fernando Maia e Maria João
Martins, bem como para os artigos do
gestor do Programa Operacional Sociedade
do Conhecimento, Francisco Jaime Quesado,
e do presidente de uma grande consultora,
José Galamba de Oliveira. A
fechar, como habitualmente, o texto de
Nicolau Santos.><
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Edição 89 --
Balanço e perspectivas
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A
situação económica
portuguesa neste final de 2009 e os
desafios que se colocam ao País
são objecto de análise na
edição que assinala o
22.º aniversário dos Cadernos
de Economia por parte de um conjunto dos
melhores especialistas nacionais.
Com efeito, escrevem neste número:
os académicos João Ferreira
do Amaral, Mário Murteira, Adriano
Pimpão, Fernanda Ilhéu,
Glória Rebelo, António
Cipriano Pinheiro, José Pimentel
de Castro Coelho e Paulo Reis
Mourão; os decisores
políticos Manuela Ferreira Leite e
José António Vieira da
Silva; os representantes de
organizações empresariais e
sindicais José António
Barros, Jorge Rocha de Matos, José
António Silva, Hélder Pedro
e Eugénio Rosa; os gestores
José Gonzaga Rosa, Francisco Jaime
Quesado, Rui Leão Martinho,
Luís Mira Amaral, Fernando
Nogueira, João Martins Vieira e
Esmeralda Dourado; o advogado Victor
Marques; o jornalista Nicolau Santos.
Ao longo de mais de uma centena de
páginas, é feita uma
análise rigorosa, não
apenas em termos macro como de
vários sectores de actividade.
Sempre numa perspectiva
plural.><
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O Economista-Anuário
da Economia Portuguesa 2009
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Editado em momento de acentuado
debate político/económico,
fruto da alteração
parlamentar resultante das últimas
eleições legislativas, o
volume de 2009 de O
Economista-Anuário da Economia
Portuguesa continua a ser um
espaço plural de análise
dos problemas nacionais.
As dificuldades de
adaptação da economia
portuguesa são tratadas por
vários analistas, nomeadamente
Francisco Melro e Manuel Jacinto
Nunes.
Carlos Tavares e Paulo Macedo abordam
questões do sector financeiro,
cabendo a Teodora Cardoso escrever sobre
o endividamento e a Emanuel Augusto
Santos fazer um balanço da
"consolidação
orçamental" durante a
última legislatura.
A política fiscal é
analisada por dois reputados
especialistas, Carlos Melo Loureiro e M.
H. Freitas Pereira, ao mesmo tempo que
Guilherme d' Oliveira Martins escreve
sobre as contas do Tribunal de
Contas.
Os problemas do sector da saúde
estão a cargo de Teresa Caeiro e
João Semedo, enquanto que as
questões da educação
são tratadas por António
Barreto e Maria Emília Brederode
Santos, analisando Rui Fiolhais a
qualificação dos
portugueses.
As políticas de emprego são
dissecadas por um conjunto
heterogéneo de especialistas:
Glória Rebelo, Mário
Caldeira Dias, Manuel Carvalho da Silva,
João Proença, Paula
Bernardo e Francisco Van Zeller.
José António Vieira da
Silva e Isabel Jonet escrevem acerca das
políticas sociais, sendo "a crise
e a acção estrutural" tema
do artigo de Nelson de Souza.
A inovação empresarial
é especialmente tratada por
António Dias de Figueiredo,
Francisco Jaime Quesado e Maria Teresa
Cochito, ao passo que Basílio
Horta escreve sobre o Investimento
Directo Estrangeiro, garantindo que
"Portugal continua atractivo".
Por outro lado, especialistas como Nuno
Ribeiro da Silva, Manuel Ferreira de
Oliveira e Manuel Ramalhete analisam o
sector da energia, ao mesmo tempo que
José Ferrari Careto trata das
comunicações
electrónicas, Estanislau Mata
Costa do futuro dos serviços
postais e Luís Filipe Costa do
apoio às PME.
João César das Neves, Jorge
Rocha de Matos e Nuno Duarte
debruçam-se sobre os novos
conceitos de gestão em
consequência da crise, abordando
Luís Cervantes o caso
específico da gestão das
seguradoras, ficando para Luísa
Pestana a responsabilidade social das
empresas a partir de um caso
concreto.
As Políticas Comuns das Pescas e
Agrícola são analisadas,
respectivamente, por Marcelo de Sousa
Vasconcelos e Francisco Avillez.
Outros dois sectores relevantes, turismo
e automóvel, são tratados
por especialistas: Licínio Cunha,
Carlos Coutinho e Miguel Carvalho e
Branco.
Os aspectos relativos à
reforma/inovação da
administração
pública são dissecados por
Maria Manuel Leitão Marques e
Isabel Corte-Real.
A análise da economia
internacional e a
internacionalização da
economia portuguesa é da
responsabilidade de três reputados
economistas: José Félix
Ribeiro, Fernanda Ilhéu e
Mário de Jesus.
A fechar a edição de 2009
do Anuário da Economia Portuguesa,
Rui Leão Martinho manifesta
reservas quanto à saída da
crise.><
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