|
 |
  |
Edição 97 - Enfrentar a
deriva
|
 |
 |
|
|
Nestes dias plúmbeos, quando um
certo desânimo paralisante ameaça
alastrar, é preciso, e possível, reagir –
em relação às coisas negativas do País e,
também, à deriva da Europa, sobretudo do
tal "duovirato" (para utilizar a
expressão recente de Helmut Kohl...).
Vive–se uma fase em que é legítimo
questionar antigas e "definitivas"
certezas, em que a base da ciência
económica é posta em causa por
personagens credíveis e outras nem
tanto... É um tempo de "desorientação",
que parece atingir áreas até há pouco
impensáveis.
Duas dezenas de autores – nomeadamente
académicos, gestores, dirigentes
empresariais e sindicais – fornecem neste
número dos Cadernos de Economia
importantes contributos para o
entendimento da situação que Portugal, a
Europa e o Brasil vivem. Queremos ainda
destacar as análises referentes a vários
sectores da actividade: agricultura,
minério, eléctrico, automóvel, turismo,
seguros, (...).
São análises rigorosas, que decerto
ajudarão não apenas a compreender, mas
também a enfrentar estes dias de
desencanto, que é preciso transformar num
tempo de esperança através da acção.
|
|
|
  |
O Economista-Anuário da
Economia Portuguesa 2011
|
 |
 |
|
|
O
Anuário da Economia Portuguesa de 2011 é,
como não podia deixar de ser, muito
influenciado pelo agravamento da crise
económica/financeira (e, sobretudo,
política) que afecta particularmente a
União Monetária Europeia, contagiando os
restantes países da UE e causando
apreensão em outras zonas do Globo - da
América do Norte à Ásia, designadamente à
China, passando pela América Latina e
Rússia.
O futuro do euro constitui, nestes dias,
a grande preocupação das autoridades
europeias - e não apenas. Damos ao
assunto um particular realce - a começar
pela capa, com a ilustração das teses que
vêm sendo alimentadas sobre a
"redesenhação" do euro (ver, entre
outros, um interessante trabalho de José
Félix Ribeiro nas páginas 28 a 32).
Mas embora o contexto internacional
"condicione" a edição, não deixamos de
dedicar a maior atenção às questões
especificamente nacionais - a fiscalidade
e a justiça, a economia clandestina e a
educação, a concertação social e o
emprego, o financiamento da economia e a
competitividade. E dedicamos o espaço
necessário à análise de sectores
fundamentais, como a agricultura e as
pescas, a banca e os seguros, as
telecomunicações e o turismo.
Enfim, o volume de 2011 do Anuário da
Economia Portuguesa está na linha das
anteriores 23 edições: com rigor e
pluralidade.
|
|
|
  |
Edição 96 – Pensar o
futuro
|
 |
 |
|
|
A
situação de emergência que Portugal vive
não pode fazer esquecer a necessidade de
pensar o futuro do País.
Por isso, a edição de Setembro dos
Cadernos de Economia é subordinada ao
tema "Portugal 2020" – o mesmo do
Congresso Nacional dos Economistas, a
realizar em Outubro.
Reputadas personalidades/especialistas –
nomeadamente académicos e outros
investigadores – antevêem a evolução
socioecononómica portuguesa ao longo da
próxima década.
Enfim, se é urgente enfrentar os graves
problemas financeiros/económicos/sociais
destes dias, não deixa de ser
indispensável fazer uma prospectiva séria
da Nação – pelo menos, a 10 anos.
|
|
|
  |
Edição 95 – Economia do
mar
|
 |
 |
|
|
O
mar pode contribuir, de forma
significativa, para minimizar os
desequilíbrios estruturais da economia
portuguesa.
Com efeito, o peso da economia do mar em
relação ao PIB, já hoje elevado, poderá
subir exponencialmente.
Importa, pois, fazer despertar a
sociedade toda para as potencialidades
dos nossos recursos marítimos.
Ciente dos caminhos que é preciso abrir
no sentido de ancorar as reconhecidas
debilidades do País, os Cadernos de
Economia dedicam a edição de Junho à
economia do mar.
Participam personalidades e
especialistas. Desde logo, o Presidente
da República, Prof. Aníbal Cavaco Silva.
Mas também académicos, investigadores,
gestores e dirigentes associativos.
|
|
|
  |
Edição 94 – O terceiro
sector
|
 |
 |
|
|
Nestes dias de turbulência, a
economia social, comummente designada por
terceiro
sector, assume crucial importância
– no mundo inteiro, como na Europa, onde
já representa mais de 10% do PIB. Em
Portugal, a sua representação é menor
(5,5%) mas vem-se registando um
crescimento exponencial.
As crescentes dificuldades de
financiamento do Estado Social não deixam
de perturbar as instituições de
solidariedade social, principais
agentes/protagonistas – embora o sector
não se circunscreva às IPSS.
Urge mobilizar a sociedade portuguesa,
toda, para o papel que vem sendo
desempenhado pela economia social.
Trata-se de um sector que, para além do
mais, precisa de ser correctamente
explicado, avaliado, compreendido.
Na edição n.º 94 dos Cadernos de
Economia, integralmente dedicada ao tema,
fornecemos contributos relevantes para
uma reflexão ampla – que deve
prosseguir.
|
|
|
|
|
|